Publicada: 02/04/2026
quinta-feira, 2 de abril de 2026
Fonte: Setor de Comunicação
Quarenta e quatro anos não cabem em uma foto ou em uma linha de currículo. Cabem em madrugadas de safra, em caminhões descarregados, em conversas de pátio e no “bom dia” sincero de quem conhece cada associado pelo nome. É assim que Alceu Pierezan e Alaor de Oliveira Vieira resumem sua história com a Cotriel, iniciada em 1º de abril de 1982, na Unidade de Campos Borges.
Alaor conta que entrou jovem na Cooperativa e, desde então, aprendeu que o segredo é tratar cada produtor como se fosse da própria família. Diz que viu muita coisa mudar – máquinas, estruturas, sistemas – mas que uma coisa permaneceu igual: a responsabilidade de cuidar bem do que o associado confia à Cotriel. Para ele, chegar aos 44 anos de casa é motivo de orgulho e gratidão, porque “a Cooperativa sempre foi mais que um trabalho, foi uma escola e um lugar de amizades”.
Alceu, por sua vez, lembra que cresceu junto com a Unidade de Campos Borges. Viu pátios se ampliarem, armazéns se modernizarem e novas gerações de produtores assumirem as propriedades. Em cada etapa, esteve ali, ajudando a receber safras, orientando, ouvindo e fazendo o possível para que o dia do associado fosse mais leve. Ele costuma dizer que a maior recompensa de tantos anos de serviço é saber que “quando o produtor chega na Cotriel, ele confia na nossa equipe – e essa confiança não tem preço”.
Para o gerente da Unidade, Valdinei dos Santos, falar de Alceu e Alaor é falar de exemplo. Ele destaca que os dois representam a essência do cooperativismo: gente simples, séria, que coloca o trabalho e o respeito em primeiro lugar. Na visão de Valdinei, cada novo colaborador que chega encontra neles um modelo de dedicação e humildade, e cada associado enxerga, nesses rostos conhecidos, a certeza de que a Cotriel está sempre ao seu lado.
Neste aniversário de 44 anos de Cotriel, a homenagem é mais do que justa: é um agradecimento profundo a quem ajudou a escrever, dia após dia, a história da Unidade de Campos Borges. Alceu e Alaor mostram que cooperativa se constrói assim, com mãos calejadas, coração tranquilo e a convicção de que vale a pena permanecer, porque cada safra, cada atendimento e cada gesto de confiança do associado fazem parte de uma vida inteira dedicada ao campo e à comunidade.