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Publicada: 10/02/2016

Chuvas de fevereiro recuperam desenvolvimento das lavouras de soja na região da Cotriel

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Após um período apreensivos pelas altas temperaturas e chuvas bem abaixo da média registradas em janeiro, os produtores associados da Cotriel já começam a respirar aliviados. 

Mas o mês de fevereiro, como já havia sido previsto pelos meteorologistas, começou com chuvas que na nossa região foram calmas e sem causar danos com ventos fortes ou temporais. Levantamento feito pelo Setor de Comunicação até às 8 horas da manhã desta quinta-feira, registrou as seguintes precipitações: Na Sede em Espumoso: 45mm, Salto do Jacuí: 15mm, Alto Alegre: 40mm, Depósito: 55mm, Pantano Grande: 20mm Campos Borges: 30mm, Estrela Velha: 8mm, Pontão do Butiá: 30mm, Serra dos Engenhos: 40mm, Capão do Valo:11mm , Arroio do Tigre: 9mm, Sobradinho: 16mm, no Mormaço: 40mm e Jacuizinho (informação da Emater) - 21mm

Produtores devem intensificar combate à doenças e pragas

Segundo o técnico agrícola da Sede, Jeferson Morás, o retorno da umidade deve fazer que o produtor fique atento à ferrugem da soja, uma vez que a ausência de tempo seco faz que o fungo que estava nas folhas se fortaleça, uma vez que esta doença aparece de forma mais forte quando chove: “É possível evitar que a doença atinja altas severidades, ou seja, evitar que a situação fuja do controle do agricultor.

Para isso, é importante que o agricultor esteja pronto para realizar a pulverização de fungicidas assim que for necessário, seja pela ocorrência da doença ou de forma preventiva. A escolha do fungicida e os cuidados no momento da aplicação são fundamentais para a eficiência do controle. É sempre bom reforçar que as aplicações devem, preferencialmente, ser realizadas no início ou no final do dia, quando as condições atmosféricas são mais favoráveis. Outras doenças na qual deve-se ter atenção é as DFC (doenças de final de ciclo) como manchas alvo, olho de rã e crestamentos foliares, que devido à volta das chuvas pode também surgir e causar danos”, destaca.

Jeferson lembra ainda que não se deve descuidar também das pragas nesta fase da soja: É importante dar uma atenção especial aos percevejos, ácaros e lagartas, especialmente com a falsa-medideira e a lagarta-preta (spodoptera sp.), sendo que esta está sendo registrada principalmente em áreas de soja Intacta. Assim será possível evitar que as plantas sejam devoradas e prejudiquem o seu desenvolvimento. O departamento técnico da Sede e Unidades está totalmente preparado para dar as orientações mais adequados ao associado”, finalizou.